Jogos e motores gráficos
Motor próprio em C++23 com SDL3, renderização 2D/2.5D, editor, console de depuração e suíte de testes. Também protótipos em Godot quando a ideia precisa andar rápido.
Desenvolvedor e advogado de tecnologia
Escrevo software que precisa funcionar de verdade: motor gráfico em C++, aplicativo que roda no celular de quem usa, sistema que aguenta um gabinete inteiro trabalhando em cima dele. E escrevo também o contrato que sustenta o que foi construído — as duas carreiras correm juntas desde 1996.
Rio de Janeiro, Brasil
Motor próprio em C++23 com SDL3, renderização 2D/2.5D, editor, console de depuração e suíte de testes. Também protótipos em Godot quando a ideia precisa andar rápido.
Aplicativos nativos em C++ com interface própria, portados entre macOS, Windows, Linux e Android a partir da mesma base de código.
Backend em Python com FastAPI e PostgreSQL, frontend escrito à mão, importação de planilhas, integrações e um painel que a pessoa de verdade consegue usar.
Um computador didático de 2 bits projetado do zero: especificação, circuito em bancada, emulador, assembler, compilador e as linguagens que rodam em cima dele.
Contrato de desenvolvimento e de transferência de tecnologia, adequação de startup para receber investimento, due diligence. Fundei duas empresas de software acumulando o jurídico e a engenharia — sei ler o contrato e o código do mesmo projeto.
Uma parte do que está no ar ou em construção. Cada um é código meu, não configuração de ferramenta pronta.

Defesa orbital de um só controle: rebata a cabeça de uma fila e deixe a reação em cadeia limpar o enxame.
Um núcleo cercado por um anel de luz; você gira um único defletor. Motes entram em faixas radiais — rebata o primeiro e ele volta pela própria fila detonando o resto, e cada elo da corrente aumenta o multiplicador. A cada wave, um upgrade entre três (arco mais largo, ricochete, campo de lentidão, pulso de eco…). Um arquivo HTML de 103 KB, sem dependências nem assets: geometria neon e áudio sintetizado. Uma partida ruim acaba em 90 segundos; uma boa dura 10 minutos. Já disponível para jogar no navegador.

Jogo de física com um boneco de teste de colisão, desenvolvido sob contrato para a alemã Caipirinha Games.
O desenvolvimento correu de 2010 a 2012, com contrato, termo aditivo e quatorze faturas ao longo do período — a versão para iPad é dessa fase. O título saiu depois pela publisher austríaca Toplitz Productions como “The Adventures of 00 Dilly”, para Switch, Xbox e PC. Da mesma parceria com a Caipirinha vieram ainda Pilotfarm, WOD, RFYL, Dinky e Empire.

Arcade shooter cyberpunk para iPhone, escolhido pela Apple para o “New & Noteworthy” da App Store.
Saiu em outubro de 2010 sob o selo da Beegames Ltda. e entrou na vitrine de destaques da App Store, na mesma lista do Minecraft Canary. São seis fases, quatorze inimigos, seis chefes e oito power-ups, com trilha eletrônica feita para o jogo, controle por dois analógicos na tela e placar e conquistas pela OpenFeint. Fazia parte de um catálogo iOS que incluía ainda Peg Solitaire, BlackJack, Sweet Match, Paper TicTac, Sourcerer Apprentice e Pirate.

Jogo de estratégia com personagens 3D de inspiração mesoamericana.
Guerreiros de cocar e machado, modelados e texturizados para leitura clara em tela pequena. Feito na linha de produção para a Caipirinha Games.
Aplicativo web instalável de álbum de figurinhas, com testes de coleção.
Roda em tela cheia no celular como aplicativo instalado, sem loja e sem servidor.

Puzzle de inverno com urso, pinguim e boneco de neve modelados em 3D.
Um elenco pequeno e um cenário de gelo: o urso de casaco verde, o pinguim que pesca e o boneco de neve de cachecol vermelho. A arte de conceito desenhou uma pista de patinação com lampiões antes de virar modelo.

Cinco jogos sobre sustentabilidade usados pelo Governo Federal na Rio+20 — 81.549 pessoas jogaram.
Fui game designer e líder de projeto dos cinco jogos, feitos com FIESP, FIRJAN e SESI. O jogador ergue uma cidade num tabuleiro isométrico e vê a consequência de cada escolha: resíduo, poluição, coleta. O relatório de encerramento, de junho de 2012, contou 31.325 equipes cadastradas e 81.549 pessoas que jogaram. Os jogos foram usados pelo Governo Federal na Rio+20, e o projeto levou o primeiro lugar no Prêmio Brasil Ambiental da AMCHAM Rio em 2013.

Aventura de atmosfera passada inteira dentro de um vagão de trem.
Cenário único e fechado, iluminado por luz fraca e coada: papel de parede damasco com variações de dano, madeira gasta, estofado vermelho. O jogo se apoia no que a penumbra esconde, não no que mostra.

Simulador de fazenda desenhado a partir de fotos e plantas de uma propriedade real na Alemanha.
O cliente mandou fotos da fazenda com anotações em alemão — onde ficava o ralo, onde a laje escoava — e a partir delas o terreno foi desenhado à mão e depois erguido em 3D. Um dos projetos da linha para a Caipirinha Games.

Protótipo de jogo em Godot com um kraken de tentáculos gerados por código.
Os oito tentáculos não são animação pronta: são gerados em tempo real por um script de quatrocentas linhas que controla número de segmentos, afinamento da ponta, direção de repouso e curvatura, e reage ao movimento. Em volta deles, um corpo rígido com física travada em rotação e uma câmera que acompanha com folga. O polvo em si é um modelo 3D de terceiros — o trabalho aqui é o movimento, não a escultura.

Jogo social de tabuleiro numa cidade 3D, com convite de amigos e ranking.
Protótipo de jogo da vida em cidade isométrica 3D, com login social, convite de amigos e ranking — na mesma linha visual dos jogos educativos da BeeGames.

Match-3 de doces para iPad, com arte própria de sobremesas.
Quebra-cabeça match-3 para iPad, com tabuleiro de doces e arte desenhada em casa. Do catálogo de jogos casuais da BeeGames.

Jogo educativo isométrico de construção de cidade, na linha do Heróis do Futuro.
Jogo educativo em cidade isométrica 3D feito para o sistema da indústria (Firjan), irmão do Heróis do Futuro: o jogador constrói e gerencia a cidade aprendendo no caminho.

Aventura em parceria com a alemã Caipirinha Games (título alemão “Lauf für dein Leben”).
Aventura desenvolvida na parceria com a Caipirinha Games — a mesma que rendeu 00 Dilly, Pilotfarm e Empire. Título alemão “Lauf für dein Leben”.

Blackjack para celular, com versões em Android e J2ME para aparelhos de teclado.
Jogo de blackjack do catálogo casual da BeeGames, portado para as duas plataformas de celular da época — Android e Java ME.

Jogo arcade do catálogo da BeeGames.
Jogo arcade do catálogo da BeeGames. (Descrição a confirmar — puxada das telas do acervo.)

Coleção de jogos casuais para celulares de teclado (Java ME): Fruit Salad, Peg Solitaire, Pirates, Butterfly e Tic-Tac.
Conjunto de jogos casuais para celulares de teclado (Java ME) do começo da BeeGames: Fruit Salad, Peg Solitaire, Pirates, Butterfly e Tic-Tac.

Um computador discreto didático de 2 bits, projetado inteiro: circuito, emulador, assembler, compilador, IDE e duas linguagens.
O projeto reúne a especificação da máquina, a montagem física em bancada, o emulador, o assembler Sting, a linguagem compilada Nectar, a linguagem de script Honey e a IDE retrô Hive Workbench. A Workbench roda em macOS com Metal, em Android — o APK está compilado, com ícone próprio: um hexágono de colmeia com rosto de abelha em trilha de circuito e dois olhos quadrados, um para cada bit — e, na versão em construção, num hospedeiro portátil SDL3 com executável para Windows x64 que se autotesta antes de abrir.

Motor de jogo 2D/2.5D no estilo super scaler, escrito do zero em C++23 sobre SDL3.
O motor tem renderizador próprio, sistema de assets, trilha e efeitos sonoros, um editor separado, uma sandbox para experimentar e um console de depuração dentro do jogo com comandos de leitura para renderer, assets e display. A suíte de testes roda junto com a build via CTest.

Placa desenhada e fabricada, e o software gráfico que roda nela — raycaster incluído.
A placa é um RP2040-Zero com display OLED, sensor de temperatura e umidade e três botões, desenhada no KiCad até o arquivo de fabricação: esquema, cobre, máscara, furação e serigrafia — com a marca sobee.it desenhada como footprint para sair impressa no laminado. Do lado do software, os drivers do SSD1306 e do ST7735 escritos do zero, fonte de bitmap, primitivas de desenho, e então um raycaster no estilo Wolfenstein e um motor com mapa, níveis e controlador, tudo em MicroPython. É a bancada de onde saíram o Hive-2 e o HyperScale: fazer o computador, e fazer o motor gráfico que roda nele.

Sistema de gestão para um gabinete parlamentar inteiro, em uso diário por uma equipe real.
Mais de sessenta telas cobrindo contatos, lideranças, demandas, proposições, ofícios, pesquisas e relatórios. Backend em FastAPI com PostgreSQL, importação de planilhas Excel, geração de PDF, integração com Google Drive e alertas por Telegram. O frontend é escrito à mão, com oito temas visuais e controle de acesso por perfil.

Plataforma de pesquisa de percepção, com construtor de questionário em cinco passos.
O administrador monta a pesquisa por um assistente — detalhes, segmentação, indicadores, plataformas e prévia —, importa a base por planilha e publica para web, e-mail, plugin, iOS ou Android. Os resultados voltam como indicadores de percepção e saem em Excel. São mais de duzentos arquivos PHP sobre MySQL. Em 2013 a Riosoft elegeu o projeto o mais inovador de tecnologia do Estado do Rio de Janeiro.

Site do escritório de advocacia, do organograma ao código — com área do cliente e notícias.
Fiz o caminho inteiro: organograma do site, wireframe, layout e depois o código. Navegação com escritório, contato, área do cliente, notícias e downloads; busca e cadastro de informativo no rodapé, com os dois endereços — Rio de Janeiro e Petrópolis. É o site da banca onde advogo, o que fecha o círculo: o mesmo par de mãos escreveu o contrato e a página.

Agência digital, com site próprio de rolagem longa e um painel de administração feito à mão.
O site é de 2013 e ainda abre inteiro hoje: showreel, seções de sobre, equipe, cases e clientes, com carrossel, galeria em lightbox e tipografia própria carregada em quatro formatos, porque naquela época cada navegador queria o seu. Por trás havia um painel próprio em PHP para editar o conteúdo.

Portal da federação das empresas de transporte do Rio, do diagrama de navegação ao front-end trilíngue.
O trabalho mais completo da MoBee: diagrama de navegação, wireframe de cada página, 38 telas desenhadas e o front-end construído — em português, espanhol e inglês, com busca, enquete, cadastro de newsletter e integração com o RioCard.

Site institucional de um deputado estadual, montado como registro de mandato — com número de projeto, data e destino.
A premissa é não pedir confiança: cada afirmação vem com o número do projeto, a data e para onde o dinheiro foi. O site se divide em frentes de atuação, o que foi feito, presença na rua, território e um cadastro para quem quiser ser avisado. Escrito à mão, sem framework, e ligado ao SIGAB — o sistema que alimenta os dados por trás.

Site institucional de uma nutricionista, com painel privado onde ela troca as fotos e publica sozinha.
Página única, fontes servidas localmente, nenhuma requisição para fora. Por trás, um serviço em Python de biblioteca padrão recebe fotos, valida a assinatura real do arquivo, recorta no enquadramento escolhido e troca a imagem do site de forma atômica. O painel de visitas lê o log do nginx e mostra só contagens — nenhum endereço de IP é guardado.

A abelha da casa: mascote, logotipo, cartão e papelaria da produtora de jogos.
A marca da BeeGames é uma abelha de desenho animado com cara de quem apronta — e ela funciona sozinha, sem o nome do lado, que é o teste que toda mascote tem que passar. Dela saiu o cartão amarelo, o papel de proposta em português e em inglês, a folha de fax, as capas de rede social e um jogo de silhuetas em preto para quando só cabe uma cor.

Uma pincelada atravessa o nome — a marca da MoBee em cinco cores, e o cartão que veio dela.
Serifa clássica em cinza, e por cima uma pincelada em diagonal, colorida, que passa por trás das letras. A mesma marca em laranja, verde-limão, azul, lilás e rosa: cada sócio levava a sua cor, verso chapado na cor e frente branca. Nos estudos a pincelada chega a virar impressão digital — mobile everything, mas com a mão de alguém.

Marca e cartões para fornecedora do setor de óleo e gás.
Cartão escuro com QR code, contatos e endereço no Centro do Rio, desenhado como modelo: seis versões nominais saíram do mesmo arquivo, uma por pessoa da empresa. A AVBS também é cliente do escritório onde advogo.

Cartão de visitas para consultório médico, em duas versões.
Impressão escura com tipografia fina e a especialidade em destaque. Duas versões fechadas em vetor e PDF de gráfica, apresentadas em maquete para o cliente ver o cartão antes de existir.

Marca para escritório de advocacia, com sete variações de assinatura.
Monograma FR em dois tons de azul, e o estudo levou a sete assinaturas: aberta, fechada, alinhada à esquerda, letra branca, letra preta, com seta e com globo. Cada uma existe para um lugar diferente — papel timbrado, assinatura de e-mail, fachada.

Identidade completa da banca: símbolo, tipografia, papelaria, carimbo e formatação de documentos.
O losango dourado guarda um F e um F que se cruzam — dois nomes numa assinatura só. Da marca saiu tudo o mais: folder institucional, caderno, carimbo de cópia e contrafé, e até o padrão de formatação das peças. Depois virou o site, que está aqui do lado. É o escritório onde eu advogo, então a marca eu desenhei de dentro.

Marca para advocacia e consultoria jurídica.
Uma montanha em traço cheio com um arco vermelho na base. Entregue em vetor e exportada em nove tamanhos, do favicon ao uso impresso, para não sobrar interpretação na hora de aplicar.

Cartão de psicóloga: dois estudos, o quebra-cabeça e o ponto de interrogação.
Nome em caixa baixa e espaçado, sem sobrenome separado — vitoriaduarte, uma palavra só, tratamento de quem chega junto. Atrás do nome, marca d'água: numa versão as quatro peças de um quebra-cabeça que se encaixam, na outra um ponto de interrogação. Duas leituras do mesmo trabalho — remontar e perguntar.

Aplicativo para iPad da Caixa Econômica Federal, com rede de atendimento e loterias.
O binário ainda existe e conta a história: identificador `be.mobee.CAIXA`, compilado com o SDK do iOS 5.0 e rodando a partir do iOS 4. Por dentro é uma casca nativa em volta de uma tela web — a escolha certa para um painel que o banco precisava poder mudar sem passar por revisão de loja. O conteúdo vinha do servidor da ds|one, a agência digital da conta. Na tela: rede de atendimento, pontos 24 horas, resultados da Mega-Sena, produtos, seguros, serviços ao cidadão, investimentos e habitação.

Estúdio que fundei e dirigi como CEO: mais de vinte jogos no portfólio, incubado no LNCC.
Fundei em novembro de 2008 e dirigi até 2012, acumulando o jurídico e a tecnologia: desenho de jogo, gestão de projeto e de equipe, captação junto à Finep, negociação de investimento anjo com a Gávea Angels, e programação em Java. A empresa nasceu incubada no Laboratório Nacional de Computação Científica, do Ministério da Ciência e Tecnologia, e ganhou um PRIME da Finep de R$ 120 mil. O catálogo passou de vinte jogos, em iOS, Android e J2ME, e chegou a México, Peru, Argentina, Austrália, Singapura e China. Fui líder de projeto para duas publishers alemãs — Bigpoint e Caipirinha Games — e programador principal do BlackJack 21 e do Paper Tic-Tac. O Globo fez uma reportagem de página inteira sobre a empresa em abril de 2009.

Empresa de aplicativos que fundei: Caixa Econômica Federal, Fetranspor, Rio Mood, DRI.K.
Aplicativos e portais entre 2008 e 2012, com o portal da Fetranspor e o app da Caixa como trabalhos maiores. Também saíram dali o Rio Mood, guia da cidade para iPhone, e os aplicativos DRI.K e RMC — este último com wireframe e layout entregues antes do código.

Guia do Rio para iPhone, com notícias de bairro, locais e busca.
Marca desenhada à mão — uma bicicleta de traço solto —, abas de notícias, busca, locais e contato. As matérias traziam fotos de bairro, do Jardim Botânico ao Parque Lage.

Aplicativo para iPhone do DJ DRI.K: sessões, bio, fotos e redes num visual escuro de música eletrônica.
App para iPhone do DJ DRI.K (deep, tech, house, techno), com sessões/podcast, biografia, fotos e redes sociais. Projeto da MoBee.

Aplicativo para iPhone de vida noturna — casas, fotos e redes.
Aplicativo para iPhone de vida noturna, com agenda de casas, fotos e redes sociais. Projeto da MoBee. (Descrição a confirmar.)

Aplicativo da Copa América: escolha seu time e veja curiosidades, com patrocínio.
App para iPhone da Copa América — o torcedor escolhe o time e recebe curiosidades. Saiu com patrocínio (versões Copa América e Copa Kia).
Cada módulo passa por especificação, modelo executável, testes e documentação antes de ser considerado pronto. Vale para o computador de 2 bits e vale para uma tela de cadastro.
Se eu não consigo fazer o teste reprovar de propósito, ele não está testando nada. Só depois disso eu abro o navegador.
Este site, por exemplo, não carrega nada de fora: sem CDN, sem fonte remota, sem rastreador. O painel de visitas lê o log do próprio servidor e guarda só contagens.
Se você tem um projeto, um protótipo parado ou um sistema que precisa de manutenção séria, me escreva.
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